É o local adequado, construído de acordo com as melhores técnicas de engenharia ambiental, para recebimento e disposição final dos resíduos, provenientes das residências e das indústrias.
Conforme a NBR 10.004/2004 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - significam a classificação dos resíduos, ou seja, classe IIA – não inertes e classe IIB – inertes.
Na Rodovia BR 101, km 389 – Bairro Poço Oito – Município de Içara – Estado de Santa Catarina.
Sua área total é de 58 hectares e sua capacidade final é para 2 milhões de toneladas, sendo que a Licença Ambiental do emprendimento permite receber até 500 toneladas/dia de resíduos.
Além das características do terreno serem adequadas para construir este tipo de empreendimento, a Lei Orgânica Municipal permite a instalação de aterro no Bairro Poço Oito, assim como receber resíduos provenientes de outros municípios.
Será completamente recuperado pela SANTEC, de acordo com projeto aprovado pela FATMA, com início de obras a partir de Maio/2005.
Está projetado para 20 anos de vida útil.
Mesmo após estar com sua capacidade esgotada, o aterro continuará gerando gases e chorume, portanto, será controlado e monitorado por outros 20 anos, respeitando a legislação brasileira em vigor.
É o líquido proveniente da decomposição da matéria orgânica presente na massa de resíduos sólidos sob a ação das águas que se precipitam sobre a mesma.
O chorume é captado através de drenos e conduzido até a planta de tratamento, onde é monitorado continuamente, de modo que a eficiência do tratamento permita seu lançamento em curso hídrico superficial, atendendo o disposto na legislação vigente – Decreto Estadual nº 14.250/81.
O solo é impermeabilizado com dupla camada de argila e geomembrana PEAD – Polietileno de Alta Densidade com 2mm de espessura, seguido de outra camada de argila para proteção mecânica.
O aterro possui 07 (sete) Poços de Monitoramento distribuídos em suas extremidades, sendo 01 a montante e 06 a jusante do maciço de resíduos, onde são realizadas análises físico-químicas periódicas, com objetivo de prevenir qualquer dano ao meio ambiente.
Não. No aterro trabalham várias máquinas, com objetivo de recobrir diariamente com terra os resíduos depositados.
Como os resíduos são dispostos e cobertos diariamente com terra, conseqüentemente não exalará odores, o que evita atrair animais para a área do aterro.
Em todo o entorno da área do aterro foram plantadas 02 (duas) fileiras de árvores, formando uma "cortina", com objetivo de reduzir consideravelmente o nível dos ruídos.
O gás gerado no aterro denomina-se gás metano. É drenado, através de um sistema de tubos especialmente instalados até a superfície do aterro e no topo dos poços drenantes verticais se dá sua exaustão e queima.
O gás metano em contato com o oxigênio se transforma em vapor d’água e gás carbônico. Este gás, quando queimado, é cerca de 20 vezes menos poluente que o gás metano liberado livremente na atmosfera. Portanto, sua queima diminui sensivelmente a formação do denominado efeito estufa.
Este cálculo é feito pelo engenheiro projetista e depende da quantidade de matéria orgânica depositada no aterro, proveniente dos resíduos domiciliares, basicamente.
Sim. O aterro dispõe de Centro de Educação Ambiental. Uma equipe treinada, supervisionada por engenheiro ambiental, é responsável pelas visitas de escolas, universidades, e da população em geral. Portanto, basta agendar o dia e o horário de sua visita.
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